20 dezembro 2012
03 dezembro 2012
ENTÃO VEM
23 novembro 2012
DESPETALA...
26 setembro 2012
11 setembro 2012
Renato Baptista, o Pai do Poemini...
Estou postando uma Série de Poeminis, para depois voltar às
postagens
de Poesias. E continuarei a intercalar vários estilos
poéticos, sem mais
passar tanto tempo sem escrever/exercitar e postar o estilo
Poemini, que
é uma forma reduzida, objetiva, forte, direta e Belíssima de
expressar os
sentimentos e o poder poético em si.
O Estilo Poemini, foi criado pelo meu muito querido e amado
Amigo-Irmão-
Camarada Renato Baptista - Poeta Paulista, que também é o
mentor, cria-
dor e administrador da Casa da Poesia. Lá na Casa, lança
Desafios, que
é a arte de "sintetizar" ao se buscar inspiração sobre uma
foto e, a partir
dali, escrever o que seria
um FotoPoema, só que dessa maneira diminuta
e rápida, o que e como
É o Poemini.
Ao Renato, sempre
grata por criar e partilhar conosco essa maravilha, que
amo
escrever...
Poemini 06
Interrogações no cais
viagem
reticências...
Veronica de
Nazareth-Noic@
05 setembro 2012
31 agosto 2012
04 agosto 2012
RANHURAS
10 maio 2012
A U S Ê N C I A
22 fevereiro 2012
27 dezembro 2011
26 dezembro 2011
10 agosto 2011
BEBA-ME...

BEBA-ME ...
em pequenos
goles,
sorvendo
delicadamente
cada gotícula,
sentindo
o gosto do amor
a transpirar
e transitar
livremente
na pele
eriçada e doce.
Beba-me
tingida
de cabernet,
entregue
como as uvas
ao amasso,
na extração
do sumo.
Beba-me
como se fosse
matar a sede
no deserto:
sofregamente
beba-me
e delire depois,
na tontura leve
ou vertiginosa,
que (des)governa
e impulsiona
ao deliriuns treme
do Prazer...
Veronica de Nazareth-Noic@
05 agosto 2011
D E N Ú N C I A
D E N Ú N C I A
Não tem como
ocultar
a passagem
da tua boca
pela minha
pele:
lá estão
as perfeitas
e arroxeadas
amoras,
ventre
abaixo...
Veronica de Nazareth-Noic@
18 junho 2011
O L H A ...
02 junho 2011
DEIXO-TE...
Deixo-te a certeza
de um amor eterno.
Deixo-te a clareza
num sentir sincero.
Deixo-te no galope
da saudade vivida,
amor-confesso num envelope
a flor-frescor da minha vida.
Deixo-te mais do que isso:
toda a entrega da minh'alma.
Um bater de coração-compromisso,
que se fez paraíso e água calma.
Deixo-te, também, o gosto
de toda a nossa loucura-inferno.
Todo o Querer com sentido e rosto
aparência angelical e o demônio interno.
Deixo-te...Deixo-te sozinho,
já que parto nas asas do adeus.
Fiques tu por esse caminho,
caminharei eu os passos meus.
Deixo-te no inglório tempo,
do que já foi mas sempre será.
Vou-me como folha ao vento,
que n'algum novo canteiro adubará...
Veronica de Nazareth-Noic@
22 maio 2011
NÃO!!!
NÃO!!!
Feito cristal
intragável
sei
que tens
na boca
o travo amargo
da
minha recusa...
Veronica de Nazareth-Noic@
18 maio 2011
EsTrAgO
E S T R A G O...
Mar bravio
Remanso
Perigoso na margem
da derme
Enquanto
Borbulha oceano
Da mente
Vira a embarcação
Do sentir
E sobra
O nada
D'uma viagem
Pessoal e profunda...
Veronica de Nazareth-Noic@
11 maio 2011
ANTROPOFÁGICA - INTERDENTAL
Antropofágica - Interdental
Bebi tanto
dos teus líquidos
e não matei a Sede,
que agora Como
tuas entranhas.
Pedaços vivos
da tua Carne,
presos entre
meus Dentes,
por algum tempo
serão o Gosto
desse Amor
Insano...
Veronica de Nazareth-Noic@
*mucho loca...comiendo todo,para que sea entero el gusto...rs*
27 abril 2011
LIGAÇÃO DIRETA
LIGAÇÃO DIRETA
Um fio...do centro da meada...
corda tensa e afinada:
o corpo que chora,
por não mais
gemer
a música-poesia
do amor
de ontem!
Veronica de Nazareth-Noic@
** siempre para vos...y nadie más...**
CHAMADO...
C H A M A D O ...
é só a noite chegar,
recender
o cheiro da saudade
em gotas
de paixão lacrada,
que fico
sob
a luz e a magia
da Lua,
a te chamar...
Veronica de Nazareth-Noic@
O QUE RESTOU...
O Que Restou...
Palma
por palma,
ficou
a mão
cheia de sonhos,
vivendo
no
castelo encantado,
que o vendaval
e a maré
transformaram
em
meros grãos...
Veronica de Nazareth-Noic@
E S P R E I T A
E S P R E I T A
Me fiz bonita pensando em ti
Vesti de preto
Desde a calcinha até o chinelo.
Maneira excitante de me mostrar.
Esperei. Espiei à cada minuto.
Brinquei com as horas
Rodei ponteiros de relógio
Fiz de conta que li
E num falso ar de compenetração
Vi o tempo passar
Sem que chegasses.
Cansada, deitei.
Desiludida, adormeci.
Sonhei que me entreabrias
Os lábios com língua de fogo
E o calor foi tão intenso
Que acordei com as labaredas
Do incêndio de mim mesma.

Na torneira não havia
Um pingo d´água
Então
Piromaniacamente deitei
Sobre as brasas do meu desejo
Para finalmente ter sossêgo
No silêncio orgástico
Da solidão gelada...
Veronica
de
Nazareth-Noic@
23 março 2011
C O R T A - M E ...
CORTA - ME...
Corta-me,
como a lenha que vai
crepitar na lareira,
fazendo fogueira de mim nos teus braços.
Corta-me,
igual ao copo-de-leite ou o lírio,
que vão enfeitar túmulos,
para falar de tanto amor.
Corta-me,
feito peito aberto em mesa cirúrgica,
tentando reavivar um coração
que ainda tem tanto por amar.
Corta-me,
tipo cebola que faz chorar,
dando sabor gostoso ao degustar.
Corta-me,
de forma romântica ou selvagem,
como queiras...de qualquer maneira...
só não deixa que eu fique
inteira e insossa; tempera-me.
Mas só depois de fatiar-me em emoção.
Então vem e
Corta-me,
igualzinho ao verdadeiro Tango,
nas suas 45 figuras plenas e marcadas:
Corta-me,
deixa apenas o eixo do prazer!
Veronica de Nazareth-Noic@
C H O R A ...
C H O R A ...
Chora, chora violão amigo,
na batida forte
das tuas cordas,
Acorda e faz Vibrar,
outra vez,
minha alma cigana
há tanto presa
no som
que não mais
se escuta.
C H O R A ...
derrama o sentir,
molha-umecta-revive
a certeza
do tempo novo,
Juntos,
à minha espera.
C H O R A ...
só me fazes chorar,
sem linha-horizonte
e sem trégua,
em gotas de letras
amor e saudade,
d'uma cigana
que não dança mais:
L
e
m
b
r
a
n
ç
a
C H O R A
pelos sons
da
alma faceira
d'outrora.
Veronica de Nazareth-Noic@
11 fevereiro 2011
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